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Eleição do Consep em Gurinhatã no dia 28 de setembro

GURINHATÃ – No próximo dia 28 de setembro acontecerá em Gurinhatã a Eleição da Diretoria do Conselho Comunitário de Segurança Pública de Gurinhatã para o biênio 2018/2020.

A convocação para a eleição está sendo feita pelo presidente Antônio Pedro da Costa, que convoca os membros do referido Conselho e demais pessoas interessadas para o processo de eleição.

De acordo com o Edital de Convocação, a eleição ocorrerá no dia 28 de setembro do corrente ano, com início às 18h30, no recinto da Câmara Municipal de Gurinhatã. O registro das chapas e a apresentação da documentação dos membros deverá ocorrer na Secretaria da Câmara Municipal, até as 17 horas do dia 28 de setembro.

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21 de agosto: o dia em que Minas Gerais parou

Mobilizações por todo o Estado mostram insatisfação dos prefeitos mineiros com a crescente dívida do Estado com os municípios já em R$ 8,1 bilhões

Em 6 de novembro de 2017, quando 350 prefeitos se reuniram no Crea-MG em busca de solução para os atrasos nos repasses do Governo Estadual, os gestores públicos não imaginavam que essa luta duraria tanto tempo. Para tentar conter o aumento dos débitos e o consequente colapso das prefeituras de Minas Gerais, os administradores mineiros e servidores públicos de todo o Estado se reuniram em mobilizações para o dia do “Basta! Chega de confisco”, nesta terça-feira, 21 de agosto de 2018.

Nas cidades mineiras, os servidores públicos foram às ruas protestando contra a falta de dinheiro para a Educação, Saúde, Transporte Escolar e Assistência Social. Nas campanhas políticas, são exatamente essas as áreas em que há mais promessas. Na prática, a realidade é uma população sem atendimento médico, alunos sem transporte para estudar, professores sem salários e idosos sem assistência.

Na capital mineira, 527 prefeitos, acompanhados de vereadores, secretários municipais e servidores públicos, protestaram nas duas sedes do Governo do Estado em uma carreata que contou mais de 800 carros da Cidade Administrativa ao Palácio da Liberdade.

Apesar de todas as manifestações e representações judiciais comandadas pela gestão da Associação Mineira de Municípios (AMM) ao longo desses 10 meses, a dívida do Estado com as prefeituras se arrasta e chega à cifra de R$ 8,1 bilhões.

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Municípios Mineiros paralisam atividades neste dia 21

O prefeito de Gurinhatã, Wender Luciano confirmou a paralisação do município neste dia 21, visto que nada mudou e o município continua sem receber os devidos repasses por parte do Estado

MUNICÍPIOS – Depois da paralisação dos municípios da região da AMVAP no último dia 10, agora é a vez dos mais de 800 municípios mineiros realizarem uma das maiores mobilizações dos últimos anos. O movimento é organizado pela Associação Mineira de Municípios – AMM, que quer dar um basta nessa atitude do governo mineiro.

De acordo com a AMM, “Basta! Chega de confisco! Se o Estado não pagar, as prefeituras vão parar”, Esse é o lema da mobilização promovida pela Associação Mineira de Municípios (AMM) no dia 21 de agosto, próxima terça-feira. A expectativa da associação é de comparecimento de mais de mil pessoas, entre prefeitos, vereadores, secretários municipais e servidores públicos. Até o momento, há mais de 500 prefeitos confirmados no evento.

O objetivo é pressionar e cobrar do governo estadual um posicionamento em relação aos atrasos constantes dos repasses de verbas, de diferentes áreas, aos municípios mineiros. A dívida atualizada em 16 de agosto está em R$ 8,1 bilhões, conforme projeção do calendário do próprio Governo.

Na capital mineira, os prefeitos e prefeitas irão se concentrar, às 13h, na Cidade Administrativa, de onde seguirão, em carreata, até o Palácio da Liberdade. No interior, acontecerão manifestações locais dos servidores públicos municipais, que estão preocupados com a dívida do Estado e com receio de ficarem sem seus salários no final do mês.

Mobilizações pelo Estado

Prefeitos e servidores públicos municipais mineiros se manifestam contra o desrespeito à Constituição Federal, devido à ausência de transferências de recursos do Governo do Estado para os municípios. Para evitar que as prefeituras se inviabilizem, os gestores precisem cortar serviços essenciais à população e deixem os servidores sem salários, após sucessivos atrasos e ausências de pagamentos, está sendo marcada por paralisação dos serviços públicos de todo o Estado, entre outras várias manifestações públicas.