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Região em alerta quanto a varíola dos macacos

Última atualização em 10 de agosto de 2022

GURINHATÃ – As autoridades em saúde de Gurinhatã estão acompanhando de perto a evolução da varíola dos macacos, que teve um caso confirmado em Uberlândia, além de outros 4 suspeitos, e chegando a quase 100 casos já confirmados no Estado de Minas Gerais, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, e cerca de 2 mil casos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Segundo nota da OMS – Organização Mundial de Saúde, a transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama. E, segundo o órgão de saúde, a transmissão de humano para humano está ocorrendo entre pessoas com contato físico próximo com casos sintomáticos.

A OMS descreve quadros diferentes de sintomas para casos suspeitos, prováveis e confirmados. Passa a ser considerado um caso suspeito qualquer pessoa, de qualquer idade, que apresente pústulas (bolhas) na pele de forma aguda e inexplicável e esteja em um país onde a varíola dos macacos não é endêmica. Se este quadro for acompanhado por dor de cabeça, início de febre acima de 38,5°C, linfonodos inchados, dores musculares e no corpo, dor nas costas e fraqueza profunda, é necessário fazer exame para confirmar ou descartar a doença.

A varíola dos macacos é transmitida pelo vírus monkeypox, que pertence ao gênero orthopoxvirus. É considerada uma zoonose viral (o vírus é transmitido aos seres humanos a partir de animais) com sintomas muito semelhantes aos observados em pacientes com varíola, embora seja clinicamente menos grave. O período de incubação da varíola dos macacos é geralmente de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).