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Gurinhatã no combate à Dengue com responsabilidade

Última atualização em 12 de abril de 2017

GURINHATÃ – O Departamento de Saúde, por intermédio dos Setores de Endemias e Vigilância em Saúde apresentou na última semana o relatório final do primeiro trimestre da situação para o Mosquito Aedes Aegypti e de Dengue em Gurinhatã e Flor de Minas.

Apesar de estar acima do recomendado pelo Ministério da Saúde, o índice de infestação do mosquito diminuiu em mais de 50%, se comparado aos números de janeiro.

Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde, Daniela de Oliveira, no ano passado o município de Gurinhatã não realizou Levantamento de Índice no primeiro semestre, sendo realizado apenas em dezembro. Já para esse ano, foi definido a realização de um LI – Levantamento de Índice em janeiro, sendo realizado entre os dias 3 e 9, que mostrou números preocupantes para o início do ano, sendo e 7,9% para Gurinhatã e 2,5% para Flor de Minas.

A partir do momento em que os números foram conhecidos, o prefeito Wender Luciano, juntamente com a diretora do Departamento de Saúde, Jussara Queiróz, determinou junto ao setor, a realização de várias ações no combate ao mosquito, dentre elas, um mutirão de limpeza realizado entre os dias 23 e 27 de janeiro, além de muitas outras ações de orientação e combate.

Para conhecer de fato se as ações tiveram resultados, um novo Levantamento de Índice foi feito entre os dias 6 e 10 de março, com queda de mais de 50% com relação aos índices anteriores, onde Gurinhatã registrou 3,6% e Flor de Minas 1,9%. Apesar dos números em queda, novas ações e mais uma vez a limpeza na cidade foi providenciada para que os índices cheguem aos patamares exigidos.

Em Gurinhatã o maior problema está sendo no Bairro Mundo Novo cujo índice está muito alto, com 8,3%, seguido pelo Bairro Homero Santos com 6%. “O trabalho de combate ao mosquito deve ser contínuo e cada morador deve fazer a sua parte, pois a Prefeitura e o Departamento de Saúde estão todos os dias nas ruas eliminando os possíveis criadouros”, disse Daniela.

O trabalho de campo, onde as visitas não param e em especial nos terrenos baldios, tem pela frente o coordenador de Endemias, Vilson Donizete, que chama a atenção da população para a repetição contínua dos mesmos erros, onde semanalmente nos mesmos locais são encontrados possíveis criadouros, colocados ali pelos próprios moradores.